Município ituano é destaque em ranking das cidades mais inteligentes do país

Ao longo dos últimos anos, o município tem apresentado resultados expressivos em rankings e estudos nacionais voltados à gestão pública, ambiental e segurança. Recentemente, a cidade foi destacada no Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA), realizado pelo Conselho Federal de Administração (CFA). A cidade foi inserida na posição 23º no grupo 8, que avaliou os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes e renda per capita acima de R$ 28.636.

E nesta semana foram divulgados os indicadores que mapeiam as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, o Ranking Connected Smart Cities. O estudo é realizado pela consultoria Urban Systems, que qualifica as cidades mais inteligentes e conectadas do país.

O destaque no Ranking Geral 2020 foi para a cidade de São Paulo, que atingiu a primeira colocação. O segundo lugar ficou com Florianópolis (SC), seguida por Curitiba (PR), Campinas (SP) e Vitória (ES). Em sexta colocação está São Caetano do Sul (SP), seguida por Santos (SP), Brasília (DF), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG).

O município ituano foi apontado como a 54ª melhor cidade do país. Indaiatuba, Sorocaba e Campinas também constam na lista das 100 melhores cidades.

Dentre os setores avaliados pelo estudo, Itu se destaca no Meio Ambiente, com uma nota expressiva que coloca a cidade como a 10ª melhor do país. O recorte do Meio Ambiente é composto por 16 indicadores, sendo 9 concebidos para o próprio eixo de meio ambiente, 4 para o eixo de energia e 3 para o eixo de mobilidade e acessibilidade. 

A cidade também é destaque nos itens Segurança (9ª posição), Governança (14ª posição), Urbanismo (68ª posição) e Tecnologia e Inovação (86ª posição). Por outro lado, o estudo não insere Itu entre as 100 melhores em outros itens como Saúde, Educação e Empreendedorismo.
O estudo considera o “Conceito de Conectividade” sendo a relação existente entre os diversos setores analisados. O resultado é apresentado em 4 frentes: geral, por eixo temático, por região e por faixa populacional. O estudo é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, mesmos eixos temáticos do evento nacional Connected Smart Cities.

Para o desenvolvimento do Ranking Connected Smart Cities, a Urban Systems utiliza metodologia própria de ponderação de indicadores, denominada Índice de Qualidade Mercadológica (IQM). O cálculo do Índice Mercadológico permite que se parta de valores específicos de cada informação que variam em natureza, complexidade e unidades de medida, para se chegar a valores ponderados que podem ser analisados em uma mesma equação. A base comum possibilita que importantes fatores sejam cruzados entre si, permitindo uma análise consistente da dinâmica do mercado

É importante pontuar que além do Ranking Connected Smart Cities, com as melhores cidades nos 70 indicadores, foram gerados rankings temáticos para 10 dos 11 eixos abordados, com resultados das melhores cidades por eixo, à exceção de Energia, que com apenas 4 indicadores, sendo 3 sobre fontes renováveis, entendeu-se não relevante elaborar esse recorte.

Centro financeiro do país, com o maior PIB e uma das cidades mais populosas do mundo, a capital paulista atingiu a primeira colocação no Ranking Connected Smart Cities após dois anos na segunda posição do Ranking (edições 2018 e 2019). São Paulo se destaca em Mobilidade e Acessibilidade, principalmente pela diversidade de modais existentes, e se mantém na primeira posição. Para tanto, foram fundamentais a expansão da Linha de Metrô, com construção e planejamento de novas linhas, e o Aeroporto de Congonhas com mais de 40 destinos (atualmente com obras na pista principal), além de proximidade com o Aeroporto de Guarulhos. Em relação à última pesquisa, houve expansão da capilaridade rodoviária interestadual, com transporte para mais de 900 destinos fora do Estado, além de mais de 400 km de ciclovia e 0,06% dos veículos são do tipo de baixa emissão (em última pesquisa eram 0,04% da frota).

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